TOEFL e TOEIC não serão mais aceitos no Reino Unido

Após uma investigação realizada no início do ano, envolvendo alegações de fraude nos procedimentos de segurança dos testes TOEFL iBT e TOEIC, o Ministério da Administração Interna (Home Office) do Reino Unido anunciou que a sua licença com a ETS expirou e não será renovada.

Um porta-voz do TOEFL afirmou que a decisão foi tomada pela empresa americana e que investigações estão sendo realizadas a fim de identificar a rede que violava os seus protocolos de segurança globais. Ele acrescentou que “apesar de não existirem planos de renovação da licença neste momento, a possibilidade de acordos futuros não será descartada”.

 

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Trecho da nota de esclarecimento divulgada no site do governo britânico.

 

Ainda de acordo com o porta-voz, o TOEFL poderá continuar a ser utilizado para admissão em universidades, mas a utilização do teste como parte do processo de concessão de visto para o Reino Unido está proibida. Esta notícia traz importantes implicações para o mercado de testes de idioma, uma vez que os exames da gigante ETS estão entre os mais utilizados mundialmente.

Agora, a fim de demonstrar proficiência em Inglês para solicitações de visto na terra da rainha, o estudante deve recorrer ao IELTS ou a um dos testes listados no site do governo britânico.

Clique aqui e saiba mais sobre exames exigidos para quem pretende estudar no exterior.

 

10 coisas que você deve saber sobre o programa Ciência sem Fronteiras

Ciência Sem Fronteiras
1. Já imaginou um documento onde todas as informações pertinentes sobre o programa estão descritas lindamente especialmente para você? Sim? ELE EXISTE! Chama-se edital! Assim como todo concurso público, o programa Ciência sem Fronteiras tem um edital. Leia-o! Imprima! Cole do lado da sua cama! Decore-o! Muitas dúvidas poderão ser sanadas através dessa leitura e você ficará um pouco menos perdido durante o processo.

2. O programa Ciência sem Fronteiras oferece a possibilidade de estudo em quase todos os continentes, não somente América do Norte e Europa, como muitos pensam. Países como Cingapura, Nova Zelândia, Índia e muitos outros estão na lista. É possível que a universidade referência para a pesquisa que você quer desenvolver seja na República Tcheca… Vai saber, né! Confira aqui a lista completa.

3. Apesar das áreas contempladas terem sido revistas, ainda existem restrições nesse quesito. Diferentemente de outras bolsas da CAPES e do CNPq, muitas áreas de estudo de Humanas não são contempladas pelo edital do CsF (essa ciência tem fronteiras, afinal). Muitos desavisados se inscrevem mesmo assim e recebem NÃO como resposta. Logo, confirme aqui se a sua área de pesquisa é contemplada e tente descobrir em grupos de discussão se há alguém com projeto na mesma área que já teve a bolsa aprovada antes de sair todo serelepe escrevendo plano de estudo, ok?

4. Reza a lenda (na verdade está descrito no cronograma no site – clique aqui) que o prazo para análise do processo depois que você envia a sua documentação é de 120 dias #sqn. Segundo a nossa própria experiência, a maioria dos candidatos recebeu a resposta com atraso de mais de um mês desse prazo inicial. Uns coitados estão nessa angústia há mais de 200 dias e nada. Claro, há exceções. Mas já se prepare! É provável que a tecla F5 do seu computador caia nesse processo. Insônia, engordar ou emagrecer, unhas roídas são sintomas que podem aparecer durante a espera. Recomendo suco de maracujá e Água de Melissa para acalmar os nervos. O CsF é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) – se você não sabia disso ainda, volte dez casas e entre no site do programa pelo menos uma vez na vida – e é administrado por suas respectivas agências de fomento a pesquisa: as famosas CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). Ou seja, há editais administrados pela CAPES e editais administrados pelo CNPq. O que isso muda na minha vida?

Bom, o processo é o mesmo, contudo, há itens que podem variar de uma agência para a outra. Por exemplo, a lista de cidades consideradas de alto custo (possuem adicional no valor mensal da bolsa) não é a mesma para as duas instituições (veja a lista, item 1.1. Adicional de localidade). Cada uma delas tem a sua própria lista. Assim, saiba para qual delas você está fazendo inscrição e descubra no famigerado edital as especificidades de cada uma.

5. Os processos para a CAPES e para o CNPq são independentes. Assim, caso você se inscreva para um deles e tenha o pedido indeferido, você poderá se inscrever para outro edital administrado pela outra instituição e ter uma nova chance de aprovação.

6. Após a sua inscrição, você irá acompanhar o status do seu processo através desse site: GED – Situação do Processo; E depois de ser aprovado, irá enviar os seus documentos através desse site: GED – Documentos Avulsos.

Saiba de antemão que ambos os sites são temperamentais. Ou seja, ora funcionam, ora não. Então prepare o seu estômago para isso. E já pesquise como irá consertar a tecla F5. Além disso, às vezes no site para envio de documentos complementares não aparece aviso algum de confirmação de envio. E-mail de confirmação nem pensar. Você ficará neurótico e mandará o mesmo documento três vezes. Been there, done that.

7. Eu sei que você sabe (… já que a vida quis assim…) que os processos de aplicação para a bolsa do CsF e para as universidades são dois processos independentes e com exigências diferentes. O que você precisa saber também é que esses processos possuem cronogramas diferentes. Logo, se você decidiu aplicar ontem para a bolsa, saiba que antes de fazer isso terá que: pesquisar as universidades que possuem a mesma linha de pesquisa que você, pesquisar orientadores, conversar com orientadores, se inscrever para as universidades, ser aceito por alguma universidade e também pelo orientador. Após ter a carta de aceite da universidade e confirmação do orientador, você vai se inscrever para o CsF, para o edital que estiver aberto.

PS.: Ou você pode ser um grantee da LASPAU e receber auxílio para elaborar os documentos, ajuda nas inscrições e suporte financeiro. Além disso, sendo um grantee da LASPAU, você não precisará enviar a carta de aceite da universidade na inscrição para o programa Ciência sem Fronteiras! Saiba mais aqui!

8. Aquele valor mensal que você irá receber para pagar as contas (e baladas – dream on) é, para muitas cidades, insuficiente. Eu farei doutorado às contas da Dilma, mas passarei fome e frio? Calma, amigo, não se desespere! Você terá que vender brigadeiro na porta da universidade pra sobreviver. Ou você pode pedir bolsa adicional para a própria universidade para complementar a sua renda. Isso é mais comum do que você imagina. Se a universidade realmente quer que você estude lá, eles não irão pestanejar para te oferecer uma bolsa a mais, algum trabalho de assistente de pesquisa ou de assistente de professor.

Além disso, para tirar o visto, você terá que comprovar uma renda mínima que varia segundo a cidade. Caso esse valor seja maior que a bolsa, há três opções: 1) quebra o porquinho e usa a sua poupança da vida inteira para comprovar a renda e manter os gastos a mais; 2) pede a bolsa-pai; 3) pede bolsa adicional para a universidade.

9. Pati, eu não tenho mestrado, não posso fazer doutorado. Errou, errou rude pequeno gafanhoto. Eu não fiz iniciação científica na graduação, não tenho mestrado, não tenho publicações, nunca participei de congresso algum. E daí? A minha bolsa do CsF foi aprovada e eu vou cursar o PhD in the Constructed Environment na University of Virginia com bolsa adicional da universidade. Ou seja, você não precisa desses itens para conseguir a bolsa e ser aprovado para fazer o doutorado no exterior. Esse post (Doutorado sem Mestrado) explica melhor sobre isso.

Para se inscrever para a bolsa de doutorado do programa Ciência sem Fronteiras você precisa: 1) Ser brasileiro ou naturalizado; 2) Ter concluído curso de graduação dentro das Áreas Contempladas pelo Programa Ciência sem Fronteiras; 3) Possuir bom desempenho acadêmico; 4) Não ter concluído doutorado.

10. A maioria das bolsas é oferecida para graduação na modalidade graduação sanduíche, e pós graduação nas modalidades doutorado sanduíche, doutorado pleno e pós doutorado. Ano passado o CsF abriu a primeira chamada para a nova modalidade mestrado profissional, dê uma olhada no site e tire as suas dúvidas. Outros tipos de bolsas incluem tecnólogos e treinamentos no exterior, assim como o incentivo aos estrangeiros para virem estudar no Brasil.

Não se desespere ainda. É muita informação sim, uma infinidade de documentos que você terá que providenciar, horas a fio estudando, porém o Abroaders está aqui para te dar a mão e te ajudar durante o processo! Conte com a gente!

 

Doutorado sem Mestrado, is this the real life… is this just fantasy ?

Doutorado sem mestrado?
É possível ser aceito em um programa de doutorado no exterior se eu apenas tenho o diploma de bacharelado?

A resposta é curta: SIM, você pode; mas é claro que algumas exceções existem. Há muita confusão entre alunos de todo o mundo, principalmente brasileiros, que costumam acreditar que é obrigatório ter mestrado para obter o título de Doutor. Sabe de nada, inocente!

Na realidade, é até uma boa ideia aplicar para programas de doutorado logo após o bacharelado, caso tenha em mente um tema inédito e esteja disposto a desenvolver o conhecimento necessário à pesquisa de alto nível de qualidade.

Para quem ainda está em dúvida sobre a veracidade desta informação, separei logo abaixo algumas instituições e programas onde candidatos podem aplicar sem o diploma de Mestre.

Graduate Admissions – Ohio State University

Prospective Graduate Students – University of Washington

Prospective Students – Graduate School – University of Miami

O que as universidades esperam do aluno que aplica diretamente para o Doutorado?

Veja bem, tentar um PhD direto apenas com a licenciatura ou bacharelado é possível, mas pode ser bastante competitivo. Por entender que o aluno que acabou de sair da graduação provavelmente não elaborou qualquer tese significativa, a avaliação de potenciais candidatos acaba caindo sobre outros pontos, como os descritos abaixo.

  1. Excelente GPA (Grade Point Average)
  2. Boas cartas de recomendação
  3. Proficiência em Inglês comprovada através do TOEFL
  4. Pontuação expressiva no GRE (Graduate Record Examination)
  5. Um marcante Statement of Purpose (SoP) descrevendo seus interesses acadêmicos e planos profissionais
  6. Quaisquer trabalhos publicados em revistas, anais de congressos e outros periódicos

– “A Universidade é irredutível. Requer um mestrado e eu não tenho tempo e nem como fazê-lo”

Nem tudo está perdido! Vale a pena conversar com o professor que você tem contato na Universidade e também com os responsáveis pelo Graduate Department. É possível que, caso você tenha uma pós-graduação Latu Sensu, a Universidade considere o seu curso como equivalente ao Mestrado previamente requerido.

Se você souber vender o seu peixe, conseguir provar que tem potencial e fizer bons contatos nos programas de seu interesse, não tem erro. Cheque os requerimentos específicos de cada departamento, planeje as suas aplicações e corra para o abraço!

 

Check list: Tudo o que você precisa para se candidatar a uma bolsa de PhD no exterior (e quanto isso vai custar)

Babe graduando

Quem sonha em estudar no exterior muitas vezes se pega naquela inquietação e angústia de pensar em todas as situações que irá enfrentar até o seu objetivo ser alcançado. Universidades e Órgãos de Fomento fornecem milhares de bolsas todos os anos para os mais diversos lugares do mundo (fique ligado que o Abroaders já não tarda em disponibilizar essas informações para você). Estudar em uma Universidade renomada fora do Brasil, não pagar nada e ainda receber por isso … quem não quer?

Hoje estamos aqui para colocar um pouco de realidade no seu sonho dourado. Não é nada desestimulante, é apenas um toque de quem também estava eufórica e entusiasmada por concorrer a uma bolsa de estudos e que no meio do caminho descobriu que nada vem de graça.

Antes, uma introdução: a equipe do Abroaders é formada por estudantes que se conheceram no processo seletivo para bolsas de Doutorado Pleno oferecidas pelo programa brasileiro Ciência sem Fronteiras em parceria com a LASPAU, uma ONG filiada à Harvard. Essa parceria foi lançada em 2012, e a primeira turma iniciou os estudos ainda no ano passado (2013), mas fique ligado, a LASPAU se desvinculará do CsF no ano de 2016, ou seja, A CHAMADA EM ABERTO SERÁ A ÚLTIMA, com os estudantes iniciando os estudos no Fall/2015.

Por que isso é importante?

Além de você ter uma chamada para Doutorado Pleno já em aberto, e com mais de 1 ano para organizar todas as suas coisas, a LASPAU fornece um serviço diferenciado para os grantees e também ajuda a amenizar os gastos financeiros!

CHEGAMOS NO PONTO CRÍTICO E FOCO PRINCIPAL DO ASSUNTO DE HOJE

Financeiro…

A sua bolsa de estudos é algo que será concedido em prol, obviamente, dos seus estudos na Universidade do exterior. Mas para você ser aceito em uma Universidade e na própria Capes/CNPq, alguns custos irão surgir em ordem de ter todos os documentos necessários e provas exigidas. Você pode se candidatar às bolsas oferecidas pela Capes/CNPq ou até mesmo se candidatar somente nas Universidades, por conta própria, ou então, como já mencionado acima, pode concorrer a uma vaga na parceria LASPAU/CsF.

Quais documentos e provas são essas, e quais são os seus custos?

 

Financeiro

 

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OBSERVAÇÕES:

1. Foi considerado a cotação do dólar em R$2,20.

2. Os valores de viagem irão variar de acordo a cidade de origem e a cidade de destino do estudante.

3. Foi considerado o envio  pago das notas para somente uma universidade pois há a possíbilidade de enviar de graça para quatro universidades ou para a LASPAU no dia da prova, logo após a sua finalização.

4. Os valores para traduções juramentadas irão variar de acordo com o estado de residência do estudante. A quantidade de documentos traduzida também irá variar caso o estudante tenha, além da graduação, alguma pós-graduação ou mestrado. Foi considerado nesse caso a tradução de dois históricos e dois diplomas.

5. O valor de envio de documentos irá variar segundo a cidade de origem / destino e o serviço utilizado (DHL, Fedex ou EMS)

6. A Application Fee pode variar de $50,00 a $150,00, depende da universidade escolhida. Foi considerado um valor médio de $120,00 por universidade.

Lembra do nosso guia dos exames? Essas são as provas geralmente exigidas em uma candidatura ao Doutorado Pleno nos EUA, os preços variam de acordo com a cotação do dólar, e os seus gastos também variam dependendo de onde você mora, já que, como falado no guia, a Polimetric não possui centros que aplicam GRE em todos os lugares, e talvez você precise viajar para realizar a prova.

As Universidades requerem o envio dos scores oficiais desses exames, alguns são cortesia, mas para cada envio extra, paga-se uma taxa.

Nitidamente vemos uma grande diferença financeira entre aplicar por si só ou aproveitar a chance e correr para os braços da LASPAU. Além de economizar algo em torno de R$ 2.000,00, você ainda recebe um tratamento personalizado dos seus Placement Specialists.

Realmente é uma oportunidade que não dá pra perder. Então, abra o seu porquinho, guarde a sua mesada, deixe de sair durante alguns finais de semana, e foque no seu sonho!

Quer saber quanto você vai gastar nesse processo? Acesse aqui e faça o download completamente gratuito da nossa planilha personalizada de controle de gastos.

 

Os principais exames exigidos para a sua pós-graduação no exterior

Clique na imagem para ter acesso ao nosso e-book!
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O que a gente promete, a gente cumpre! Quer saber mais sobre os famosos exames TOEFL, IELTS, GMat, GRE…?? Confiram o resultado do nosso primeiro e-book!! E não esqueçam de nos dar um feedback, que pode ser comentando neste post ou clicando no link “OPINE” na última página do pdf!

Boa sorte, galera!!

Pós-graduação nos EUA: saiba se deve tentar e por quê

Se você está lendo isto, muito provavelmente já decidiu ou está considerando seriamente a hipótese de fazer uma pós-graduação no exterior. Mas, além de fazer turismo barato, aproveitar festas bombásticas e ficar rico, você já pensou na sua real motivação para entrar no meio acadêmico em outro país? Será que você realmente pode tentar? E por que deveria?

Por que uma pós-graduação?

A primeira coisa a se perguntar é: por que fazer uma pós-graduação, seja no Brasil ou no exterior? Quem busca continuar estudando após terminar a faculdade geralmente está querendo aprimorar e atualizar seus conhecimentos para poder desempenhar melhor uma função profissional no futuro (ou até no presente). Atualmente, muitos recém-formados chegam ao mercado com uma sensação de vazio ou despreparo, tendo a impressão de que não aprenderam nada útil ou relevante durante a graduação. Alguns optam por ingressar direto numa pós-graduação para não quebrar o ritmo da vida acadêmica, outros preferem trabalhar um tempo para descobrir as áreas que mais os atraem e identificar possíveis deficiências em suas formações.

Qual tipo de pós-graduação escolher?

Existem diversos tipos de pós-graduação no mercado, desde mestrados profissionais a doutorados. Em nossa próxima postagem, faremos uma descrição mais detalhada de cada uma para lhe ajudar a escolher a que mais se identifica. De qualquer forma, é bom adiantar, uma coisa é certa: para fazer pós-graduação, tem que gostar de estudar.

Desisto!

Por que no exterior?

Infelizmente, em muitas áreas no Brasil, mestrado e doutorado não são muito valorizados por várias empresas, pois ainda têm um caráter predominantemente acadêmico, sendo mais voltados para quem pretende se tornar professor universitário ou prestar certos concursos para ingressar em outros empregos públicos. Aqui temos a primeira vantagem de se tentar uma pós-graduação no exterior: em diversos países, essa realidade é bastante diferente.

Nos EUA e na Europa, a academia e o ambiente corporativo não são dois mundos separados e independentes; muito pelo contrário, a maioria das universidades possui inúmeros projetos de pesquisa em parceria com empresas privadas, a fim de desenvolver tecnologias, produtos e serviços que sejam aplicáveis e viáveis. Isso ocorre porque grande parte das empresas brasileiras não têm um setor de Pesquisa e Desenvolvimento muito sólido, sendo que a maioria das novas tecnologias são apenas trazidas do exterior e adaptadas, mas não realmente criadas em solo nacional. Já no exterior, as profissões de pesquisador e cientista são intimamente ligadas ao mundo empresarial, não se restringindo aos laboratórios universitários.

Outro fator que atrai muitos estudantes a cursar um mestrado ou doutorado no exterior é o prestígio das instituições estrangeiras. Na maioria dos rankings internacionais , quase metade das 100 melhores universidades estão nos EUA, seguidas por instituições europeias e asiáticas. Ter no currículo uma faculdade dessas com certeza representa um diferencial enorme, mas não é interessante focar no título per se e se esquecer do que ele representa. Vários fatores fazem com que uma universidade tenha excelência, tais como: estrutura física, equipamentos e tecnologias disponíveis, nível dos professores e pesquisadores, produção científica, influência, produtividade e impacto das publicações, patentes, diversidade e atividades no campus, empregabilidade, recursos financeiros, entre outros. Ou seja, a causa de se embarcar numa aventura como essa é poder desfrutar de tudo isso ao máximo. O diploma será mera consequência.

Este é o Engineering Lab da UCR (University of California Riverside - http://ucrtoday.ucr.edu). Se você vê enxerga um parque de diversões, continue a leitura. Você está no lugar certo!

 

Existem ainda muitos outros benefícios em se estudar no exterior. O principal é vivenciar uma cultura diferente. Isso vai além de aprimorar um idioma estrangeiro: é possível entender como a sua área, a pesquisa e a ciência em geral são tratadas em outro país. O aluno compreenderá a rotina dentro e fora da universidade e discutirá com professores e colegas com diferente background cultural no mais alto nível. Terá a chance de conhecer e aplicar novos métodos e tecnologias, ou mesmo utilizar conceitos já existentes para solucionar outros problemas. Isso sem contar a possibilidade de viajar, conhecer novas pessoas e paisagens, experimentar novas comidas e sensações. Tudo isso torna o profissional mais criativo e inovador, que são características muito valorizadas pelo mercado.

Outras habilidades desenvolvidas são a comunicação, a liderança e a responsabilidade. Aqui a frase de ordem é “sair da zona de conforto”: o aluno não contará mais com a proximidade constante de velhos amigos e familiares, e terá que aprender a se virar sozinho num país com hábitos (e, quase sempre, idioma) completamente diferentes. Isso leva a um desenvolvimento pessoal inigualável. Lembrando que ele não irá lidar apenas com uma cultura nova, mas sim várias, visto que a maioria das universidades apresenta um grande quadro de alunos estrangeiros de diferentes partes do mundo. Além do aspecto cultural, muitos deles se tornarão futuros amigos e, algumas vezes, contatos profissionais. Eis aqui mais um motivo: o estabelecimento de um network profissional a nível mundial, que pode acabar promovendo inúmeras possibilidades de emprego no futuro.

Nem tudo são flores, Gafanhoto…

Apesar de toda essa experiência social, o aluno não deve esquecer que seu propósito no exterior é estudar. Para fazer um mestrado ou doutorado, é necessário gostar muito daquilo que se estuda e pesquisa, senão jamais conseguirá terminar o curso. É interessante ter a consciência de que nem tudo serão flores, que haverá momentos de estresse, de desavença, de tristeza e de solidão. E, principalmente, de saudades. Mas tudo isso será compensado pela motivação maior: a curiosidade. O senso de novidade irá impulsionar e inspirar o aluno a se dedicar e tentar sempre mostrar resultado, inclusive para orgulhar a universidade que nele depositou um voto de confiança ao aceitá-lo. Sobre o dinheiro, relaxe e lembre-se do clichê: se você amar o que gosta e fizer bem feito, você será reconhecido e o sucesso financeiro virá como consequência.

E então, jovem? Se você quis parar de ler na parte do “gostar de estudar”, desista enquanto é tempo. Talvez a sua área seja vender coco na praia investir em algo mais prático, ou fazer alguma especialização no seu país que não lhe afaste do mercado de trabalho. Agora, se você leu tudo isto e continua motivado, cara, clique aqui para continuar explorando o Abroaders e siga em frente. Ah, e boa sorte – você vai precisar.

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Welcome to Abroaders: o seu novo guia sobre como estudar no exterior

Students on campus

O Abroaders nasceu das mentes inquietas de jovens como você. Surgiu e se sustenta nos alicerces da tão amada – salve salve – internet. Um grupo de jovens que buscavam informação, motivação, preparo e apoio em busca de um sonho: conquistar o mundo estudar no exterior.

Somos estudantes das mais diversas áreas e nos conhecemos durante o período de aplicação para PhD nos Estados Unidos. Nossas ambições e sonhos nos uniram. Passamos pelas mesmas situações de aflição e nos apoiamos, nos conectamos, criamos um vínculo que se tornou amizade. A partir desta intensa relação repleta de fortes emoções, surgiu a ideia de casarmos e vivermos um amor poligâmico criar um canal onde pudéssemos reunir todas as informações necessárias e assim poupar você, pequeno gafanhoto, de ficar dias procurando em sites espalhados pela deep web. E nós sabemos, passou do segundo O do google, não tem mais volta.

Nós oferecemos mais do que qualquer informação de organizações e empresas voltadas para o estudo no exterior: neste site você receberá dicas diretamente de quem já passou por tudo o que você almeja passar. Já matamos alguns leões até aqui, e nosso objetivo, jovem, é o de te manter sempre um passo à frente: ou seja, estamos possuídos por um espírito altruísta que está lhe dando a faca e o queijo nas mãos, apenas aguardando que você use a sua sagacidade para cortá-lo.

Nós garantimos o nosso trabalho e dedicação e esperamos só uma coisa em troca: o seu sucesso.

Então levante essa bunda da cadeira e saia da sua zona de conforto, foque no seu sonho e motive-se! You can do it! We can do it!

Actually… we are already doing it.

Let the games begin!